MASTERCLASS – O MAPA DA APROVAÇÃO NA OAB

02.07 às 21h

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ABRINDO A CAIXA PRETA DA FGV

SOBRE A MASTERCLASS - O MAPA DA APROVAÇÃO NA OAB

Gostaria de falar com você que é bacharel em direito, mas que por uma razão ou por outra, ainda não obteve a aprovação no famigerado (por muitos taxado de infame) Exame da Ordem.

Eu vou ser bem franca com você: passar no exame de ordem é simples.

POR FAVOR, NÃO ME ENTENDA MAL. Não pretendo aqui desprezar todos os seus incontáveis dias de estudos, e nem fazer pouco caso de eventuais reprovações que você tenha enfrentado pelo caminho. De forma alguma zombaria de algo que é um verdadeiro sonho para aqueles que a almejam. Eu digo isso de todo o coração porque meu único desejo é abrir seus olhos para um detalhe que, quando percebido, poderá ser a última peça do quebra-cabeças que faltava para sua tão sonhada aprovação.

QUANDO EU DIGO QUE É SIMPLES, NÃO QUERO DIZER DE MODO ALGUM QUE SEJA FÁCIL.

Quero apenas dizer que, quando paramos para analisar a prova friamente e apurar meticulosamente seu histórico, chegamos a algumas conclusões

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A primeira e mais óbvia é que você não está concorrendo com ninguém. A OAB é um dos únicos exames no direito em que você é seu próprio adversário

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A segunda, apesar de também um tanto evidente, porém vista às avessas, é a de que você pode errar metade das questões e ainda assim ser aprovado

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Aqui na terceira conclusão gostaria de sua total atenção, porque essa é a parte que não te contam: você não precisa e, digo mais, não deve estudar todas as matérias para ter uma chance paradoxalmente maior de ser aprovado. Isso pode ser absolutamente contraintuitivo, mas vai por mim: é a mais pura verdade

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E a quarta conclusão, que acaba por justificar a terceira, é de que a banca mantém sempre o mesmo padrão e tem predileções manifestas por alguns temas específicos em cada uma das matérias cobradas

Veja bem, quando foi a minha vez de prestar o temido exame, decidi nadar contra a corrente: em vez de estudar o edital, estudei a banca.

 Entendi que havia um padrão; entendi que estudar de forma inteligente, organizada e estratégica seria muito mais frutífero do que sair desembestada lendo livros de capa a capa e pagando fortunas por aulas de cursinhos. E estruturando meus estudos segundo essas conclusões, consegui a aprovação com folga logo no primeiro exame que prestei.

Eu não era a melhor aluna da sala, ou a mais dedicada, e certamente não era a aluna mais estudiosa. Mas eu sempre fui extremamente observadora.

 

Agora eu quero dividir com você esse padrão que observei, e quero extirpar da sua mente essa ideia de que a prova é esse bicho de sete cabeças que vendem por aí.

Quero te contar o passo-a-passo dessa estratégia que você poderá utilizar para reduzir drasticamente suas horas de estudos, focando apenas no que realmente importa, com chances muito maiores de APROVAÇÃO

ESSA ESTRATÉGIA VAI SER DESTRINCHADA AO VIVO,
NO DIA 02 DE JULHO, ÀS 21H NA MASTERCLASS
O MAPA DA APROVAÇÃO

Como a aula será ao vivo você poderá me fazer perguntas e tirar todas as suas dúvidas sobre o exame.

Ao realizar o seu cadastro, você já estará imediatamente inscrito para a Masterclass. Nos vemos lá.

O QUE DIZEM SOBRE A MANDA

Sobre mim. Oras bolas.

Aqui deveria ser aquela parte da página em que eu escancararia um currículo maravilhosa e meticulosamente arranjado com a impecabilidade olímpica (ou seria olimpiana?). Que eu daria a famigerada “carteirada” sobre todas as minhas grandes realizações profissionais e sobre os homéricos feitos alcançados tão rapidamente, ao longo dos meus poucos vinte e oito anos. Deveria deixar você, leitor, com uma pontinha de inveja ao final. Boquiaberto. Menina prodígio, pensariam alguns. A prima que eu certamente não gostaria de ter, outros tantos elucubrariam.

MAS NÃO FAREI ISSO.

Pelo oras bolas inicial, você já deve ter percebido que este não será um “sobre mim” tradicional.

SOU AVESSA AO TRADICIONALISMO. TENHO UM DESPREZO NATO PELAS REGRAS E PELAS IMPOSIÇÕES DE QUALQUER SORTE QUE TENTEM ENFIAR GOELA ABAIXO. NÃO ENGULO.

Gosto do novo, do diferente, do ousado, do original, do que ainda não foi feito, do que ainda não deu certo, do que reúne todas as chances de dar errado.

Toda essa INTENSIDADE por toda a minha vida foi retribuída com o mesmo vigor. Raríssimas vezes conheci seres que não tinham uma opinião “ame-a ou deixe-a” sobre mim. Os que amavam acabavam por compensar aqueles que odiavam e o balanço magistral do universo era reestabelecido.

Por isso mesmo quero escancarar aqui a essência, o cru, o meu eu sem as ladainhas costumeiras dos que tentam te vender a própria imagem como seres imaculados. Assim você terá elementos suficientes para chegar às suas próprias conclusões.

SOU FILHA DA CORAGEM, NETA DA TEIMOSIA, IRMÃ DA RESILIÊNCIA E AMANTE PLATÔNICA DO IMPOSSÍVEL(apesar de flertar incessantemente com o improvável – sujeito mais disponível, sabe como é). “Veja só se é possível encontrar tanto defeito junto”, diria Machado.

E em Machado me perdi por tantas e tantas vezes. Como os olhos de ressaca de Capitu, as histórias me arrastavam mais e mais para dentro, e me faziam mais apaixonada pela leitura a cada sequência de palavras sublimemente arranjadas, com o toque do gênio que lhe era ingênito. Me apaixonei desde cedo pelos romanceiros e ficções.

Ainda me apaixonaria outras tantas vezes, mas esta primeira foi a única que nunca me rasgou o peito. Dona dos exageros que sou.

A certeza absoluta sobre tudo, a paixão pela leitura e a vocação pela justeza me conduziram involuntariamente ao direito, sem que pudesse oferecer resistência. Delito qualificado contra o meu livre arbítrio. Não importava. O consentimento do pretenso ofendido estava dado.

Definido o destino, restava a mim seguir o caminho. Eis aqui outra característica que não buscarei esconder (mesmo porque não passaria despercebida a qualquer olhar mais atento): a IMPULSIVIDADE.

Vá lá, talvez não tenha sido agraciada com os atributos inerentes aos grandes pensadores e filósofos. Procurei, procurei, e não encontrei um só fragmento de temperança no meu ser, por pequenino que fosse.

Como já diria o bordão, o que não tem remédio, remediado está. E eu que tratasse de dar um jeito de lidar com os predicados que me couberam ao nascer, ou que aprendesse por conta própria aqueles adquiríveis pelo conhecimento e pela prática. Fiz os dois.

USEI O INCONFORMISMO COMO FORÇA MOTRIZ PARA ME TIRAR DA ZONA DE CONFORTO CADA VEZ QUE VOLTAVA PARA LÁ. LUGARZINHO TRAIÇOEIRO.

Prestei vestibular para entrar em uma Universidade Pública. Não entrei.

Estudei mais, estudei muito, estudei o quanto minhas forças aguentaram. Prestei novamente. ENTREI.

Decidi ingressar no serviço público, para me tornar assistente de algum juiz e aprender os ossos do ofício de magistrada que seria. Precisaria, para tanto, tornar-me escrevente. Prestei o concurso, não passei.

Analisei o que tinha feito de errado, quais falhas pesavam sobre meus ombros, onde poderia melhorar. Prestei novamente. PASSEI.

Decidi me tornar assistente de desembargador enquanto aguardava minha nomeação para o concurso de escrevente (nomeação que a cada dia custava mais a acreditar que sequer seria levada a cabo). Trabalhei de graça, empreguei toda a dedicação humanamente possível, mandei uma infinidade de currículos, fiz uma dezena de entrevistas. FUI EMPOSSADA.

Decidi ABRIR MÃO DO CARGO no segundo grau quando fui nomeada escrevente, para seguir com o plano inicial (que agora se tornara factível) de assistir algum juiz. A mim era claro que o conhecimento ali adquirido me traria mais perto da sonhada toga, e razoavelmente compensariam a perda salarial. Abri mão dos vencimentos mais cobiçados por todos meus colegas, fui taxada de louca, fui julgada por pessoas próximas e pelos mexeriqueiros opinadores profissionais e amadores que tomaram ciência da história. Fiz mesmo assim.

Decidi empreender.

Criei um produto que em minha ingênua concepção ajudaria verdadeiramente aqueles que quisessem trilhar o mesmo caminho que tinha percorrido até então. Fui escrachada publicamente; fui atacada pessoalmente; fui objeto de bisbilhotices e de opiniões tão somente baseadas no “disse que disse”; fui julgada e condenada sem direito ao contraditório ironicamente pelos guardiões da própria justiça. Como o de Policarpo Quaresma, presenciei o triste fim da donzela vendada e o senti na pele. Perdi o cargo comissionado que ocupava desde meu ingresso no múnus público, apesar de manter o posto no concurso para o qual fui aprovada. Comemoraram a perda do meu cargo como comemoraram a vitória da seleção sobre a Alemanha na Copa de 2002 (ou ao menos era como a mim parecia. Perdoe os exageros, caro leitor, já os tinha alertado sobre estes).


DECIDI QUE NÃO ESTARIA MAIS ALI.

 Decidi que não seria um fantoche. Decidi que não daria a ninguém o poder de deliberar sobre o que eu poderia ou não fazer da minha própria vida. Imagine lá se eu deixaria esses bons senhores darem pitaco no meu umbigo. Quanta petulância ora pois. Tomei as rédeas. Pedi eu mesma exoneração. No auge da insegurança mundial entreguei de bandeja a (diriam) tão desejada estabilidade. “Louca”, bradavam.

Se esse é o preço que ela custa, é cara demais. Aliás, nada nesse ou nos outros universos contrabalancearia o valor da minha liberdade. Que reste consignado em ata.

Que me perdoe Machado, que segue invicto no meu rol de estimados mestres, mas foi Pessoa que definiu como ninguém o âmago da minha alma. Como ele, TENHO EM MIM TODOS OS SONHOS DO MUNDO.



Eles são meus. Meus apenas. Ninguém tasca. Como minhas vontades.

E por eles eu não meço esforços. Eles me mantêm viva. Eles me recobram as forças quando o espírito falha. Eles me guiam quando eu não consigo ver a luz. Eles não desvanecem quando parece não haver saída.

Por eles eu finco o pé em minha teimosia. Por eles eu pulo sem paraquedas no desconhecido. Por saber o quanto eles valem, eu tento convencer todos aqueles que cruzam meu caminho a acreditar também, cega e incessantemente, em seu poder incomensurável.

E você, ACREDITA?

ESSA ESTRATÉGIA VAI SER DESTRINCHADA AO VIVO,
NO DIA 02 DE JULHO, ÀS 21H NA MASTERCLASS
O MAPA DA APROVAÇÃO

Como a aula será ao vivo você poderá me fazer perguntas e tirar todas as suas dúvidas sobre o exame.

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